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Histórico

Nas linhas do tempo e nas linhas da pauta, escrevemos uma história repleta de fatos, arte, música e formação.

Em 2004, com a intenção de criar pequeno conjunto de cordas para acompanhar o coro, formou-se, quase espontaneamente, o Grupo Instrumental Livre. A comunicação informal entre os musicistas e o poder aglutinador do regente provocou a apresentação espontânea de músicos não só do naipe de cordas como madeiras, metais e percussão; a maioria residente nas zonas periféricas de Pelotas e também de outras cidades da região. Em pouco tempo, o grupo contava com 60 músicos, todos voluntários e a Orquestra Filarmônica estava formada. Desde então, o grupo acrescentou a seus objetivos a inclusão profissional, dos músicos da orquestra e dos demais instrumentistas e cantores, que almejam entrar para o mercado de trabalho exercendo a atividade que realmente escolheram para sua vida. Com o firme propósito de buscar caminhos para a geração de emprego e renda na área da cultura e com isso, a participação efetiva no desenvolvimento econômico da cidade e região. A formação e lançamento da Orquestra têm suas características peculiares: voluntariado e originais critérios para participar: apenas ler música e dominar um instrumento, sem quaisquer exigências acadêmicas.

O reconhecimento de árduo trabalho veio em breve, primeiro em 2008, quando recebemos da Câmara de Vereadores de Pelotas o título de Instituição Emérita.

Nestes últimos anos - 2009 a 2017 - acumulamos aproximadamente 140 ações artísticas variadas, salientando-se:

- Projetos Trilha Filarmônica Rotas 2011 e 2012, patrocinados pela Fibria VOTORANTIM;

- Diversos concertos de câmara no projeto SESI Catedrais;

- Participação em cinco edições do Festival Internacional SESC de Música;

- Prêmio Funarte de Palcos Permanentes (Projeto Vozes Brasileiras);

- Projeto Marca Própria (Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul)

- Gala Lírico 2014 (Projeto aprovado pelo Ministério da Cultura - MINC do Governo Federal)

- Concerto Dolce Amore (Concerto inédito apresentado na FENADOCE 2014)

- Brindisi (Concerto comemorativo aos 25 anos da SPMM e 125 anos do Jornal Diário Popular);

- Espetáculo PASSIONE (Espetáculo inédito - estréia FENADOCE 2015);

- Espetáculo Clássicos Rio Grandenses (Espetáculo inédito - estréia Marca Própria 2016);

- Criação do Coro Infanto-juvenil (Crianças e jovens com faixa etária entre 10 e 17 anos)

além de outras tantas programações abrangendo toda a região sul do Estado do Rio Grande do Sul.

A Sociedade Pelotense Música pela Música – SPMM - é associação civil independente, sem fins lucrativos, fundada em 1990 por um grupo de amantes da música: profissionais liberais, professores, alunos e apreciadores, visando praticar, usufruir e difundir a boa música e a arte em todas as suas manifestações. Composta por diretoria e sócios voluntários, nos cinco primeiros anos de existência, a SPMM passou a produzir concertos, recitais e espetáculos no mínimo uma vez por ano, com criação e direção artística da própria entidade e patrocínio de empresas privadas da cidade e região. Na composição dos eventos a participação do coro era constante e o grupo apresentava como convidados, renomados cantores, instrumentistas e regentes. A partir de 1995, a Sociedade passou a contar com regente contratado, o cantor lírico de carreira e regente de orquestra sinfônica Sergio Sisto. 

Desde então, o grupo cresceu muito: de 20 cantores para mais de 80, iniciou-se a promoção e formação, não acadêmica, de solistas locais e os espetáculos se multiplicaram a cada ano. Além disso, a Música pela Música passou a ser chamada para executar momentos artísticos em eventos sociais, casamentos e espetáculos de outros segmentos artísticos. Recebeu diversos títulos e troféus. Acrescentou, por outro lado, a dança e o teatro em algumas das suas produções, como atos de óperas encenadas e até uma ópera completa no ano 2000. Fomos declarados de Utilidade Pública Municipal em 1996.